Domingo, 16 de Junho de 2013

 

 

Valentina Tereshkova

 

At the age of 26,  she was the first woman in Space.

 

 

 

 

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First woman in space: Valentina

 

 

Valentina Tereshkova
 
 
 
16 June 2013
 
 

Valentina Tereshkova was born in Maslennikovo, near Yaroslavl, in Russia on 6 March 1937. Her father was a tractor driver and her mother worked in a textile factory. Interested in parachuting from a young age, Tereshkova began skydiving at a local flying club, making her first jump at the age of 22 in May 1959. At the time of her selection as a cosmonaut, she was working as a textile worker in a local factory.

After the first human spaceflight by Yuri Gagarin, the selection of female cosmonaut trainees was authorised by the Soviet government, with the aim of ensuring the first woman in space was a Soviet citizen.

On 16 February 1962, out of more than 400 applicants, five women were selected to join the cosmonaut corps: Tatyana Kuznetsova, Irina Solovyova, Zhanna Yorkina, Valentina Ponomaryova and Valentina Tereshkova. The group spent several months in training, which included weightless flights, isolation tests, centrifuge tests, 120 parachute jumps and pilot training in jet aircraft.

Four candidates passed the final examinations in November 1962, after which they were commissioned as lieutenants in the Soviet air force (meaning Tereshkova also became the first civilian to fly in space, since technically these were only honorary ranks).

Originally a joint mission was planned that would see two women launched on solo Vostok flights on consecutive days in March or April 1963. Tereshkova, Solovyova and Ponomaryova were the leading candidates. It was intended that Tereshkova would be launched first in Vostok 5, with Ponomaryova following her in Vostok 6.

However, this plan was changed in March 1963: Vostok 5 would carry a male cosmonaut, Valeri Bykovsky, flying the mission with a woman in Vostok 6 in June. The Russian space authorities nominated Tereshkova to make the joint flight.

 

 

Flight of the ‘Seagull’

 

Valentina Tereshkova
 
 

After watching the launch of Vostok 5 at Baikonur Cosmodrome on 14 June, Tereshkova completed preparations for her own flight. On the morning of 16 June, Tereshkova and her backup Solovyova both dressed in spacesuits and were taken to the launch pad by bus. After completing checks of communication and life support systems, she was sealed inside her spacecraft. 

After a two-hour countdown, Vostok 6 lifted off without fault and, within hours, she was in communication with Bykovsky in Vostok 5, marking the second time that two manned spacecraft were in space at the same time. With the radio call sign ‘Chaika’ (‘seagull’), Tereshkova had become the first woman in space. She was 26. 

Tereshkova’s televised image was broadcast throughout the Soviet Union and she spoke to Khrushchev by radio. She maintained a flight log and performed various tests to collect data on her body’s reaction to spaceflight. Her photographs of Earth and the horizon were later used to identify aerosol layers within the atmosphere.

Her mission lasted just under three days (two days, 23 hours, and 12 minutes). With a single flight, she had logged more flight time than the all the US Mercury astronauts who had flown to that date combined. Both Tereshkova and Bykovsky were record-holders. Bykovsky had spent nearly five days in orbit and even today he retains the record for having spent the longest period of time in space alone.

 

 

[Article from ESA]

 

 

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 Valentina Tereshkova First Woman in Space
 
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publicado por Cleópatra M.P. às 00:00
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Quinta-feira, 8 de Março de 2012

 

 

The man with the master plan is often a woman.

 

 

 

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publicado por Cleópatra M.P. às 23:57
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Quinta-feira, 5 de Janeiro de 2012

 

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"Eu venho desde ontem,
do escuro passado e esquecido
com as mãos amarradas pelo tempo,
e a boca selada das épocas remotas.

Venho carregada das dores antigas,
Guardadas por séculos,
arrastando correntes longas e indestrutíveis…

Eu venho da obscuridade,
do poço do esquecimento,
com o silêncio nas costas,
do medo ancestral que tem corroído a minha alma
desde o princípio dos tempos…

Venho de ser escrava por milénios,
escrava de maneiras diferentes:
submetida ao desejo de meu raptor na Pérsia,
escravizada na Grécia pelo poder romano,
convertida em vestal nas terras do Egipto,
oferecida aos deuses em ritos milenares,
vendida no deserto
ou avaliada como uma mercadoria…

Eu venho de ser apedrejada por adúltera nas ruas de Jerusalém,
por uma multidão dos hipócritas,
pecadores de todas as espécies,
que clamavam aos céus pela minha punição…

Tenho sido mutilada em muitos povos
para privar o meu corpo dos prazeres
e convertida em animal de carga
trabalhadora e parideira da espécie…

Têm-me violado sem limites,
em todos os cantos do planeta,
sem levarem em consideração a minha idade madura
ou juventude , minha cor ou estatura…


Tive que servir ontem aos senhores,
submeter-me aos seus desejos,
entregar-me,doar-me, destruir-me
para esquecer-se de ser uma entre milhares.

Fui cortesã de um senhor em Castilha,
Esposa de um marquês
E concubina de um comerciante grego,
Prostituta em Bombaim e nas Filipinas
E esse tratamento foi sempre igual….


De um e de outros sempre fui escrava,
De um e de outros sempre fui dependente,
menor de idade em todos os assuntos,
Invisível na História mais antiga
e esquecida na História mais recente
Não tive a luz do alfabeto…

Durante muitos séculos,
reguei com as minhas lágrimas a terra
que devia cultivar desde a infância….

Tenho percorrido o mundo em milhares das vidas
que me têm sido entregues uma a uma
e tenho conhecido todos os homens do planeta:
Os grandes, os pequenos, os bravos e cobardes,
Os vis os honestos, os bons e os terríveis
Mas quase todos levam a marca do tempo…

Uns manejam vidas como patrões e senhores,
Asfixiam, aprisionam e aniquilam
Outros subjugam almas,
comercializam com ideias
assustam ou seduzem
manipulam ou oprimem…

Conheço-os a todos.
Estive perto de uns e de outros
Servindo cada dia,
Recolhendo migalhas,
Humilhando-me a cada passo,
cumprindo o meu karma…

Tenho percorrido todos os caminhos
arranhando paredes, ensaiando silêncios
tratando de cumprir as ordens de ser
como eles querem,
mas não tenho conseguido…

Jamais foi permitido que eu escolhesse
O rumo da minha vida.
Tenho caminhado sempre em disjunção
entre o ser santa ou prostitua…

Tenho conhecido o ódio e os inquisidores
que em nome da santa madre igreja
condenam o meu corpo ao seu serviço
às infames chamas da fogueira.

Têm-me chamado de múltiplas maneiras:
Bruxa, louca, adivinha, pervertida, aliada de Satã,
escrava da carne, sedutora ninfomaníaca
culpada de todos os males da Terra…

Mas segui vivendo,
arando, colhendo, costurando, construindo,
cozinhando, tecendo, curando, protegendo,
parindo, criando, amamentando, cuidando
e, sobretudo, amando…

Tenho povoado a Terra de senhores e escravos,
de ricos e mendigos, de génios e idiotas,
mas todos tiveram o calor do meu ventre,
meu sangue e seu alimento
e levaram com eles um pouco da minha vida…

Consegui sobreviver à conquista brutal e sem piedade
de Castilha nas terras da América.
Mas perdi meus deuses e a minha terra
e meu ventre pariu gente mestiça
depois que o meu patrão me tomou à força…

E neste continente mestiço prossegui a minha existência
carregada de dores quotidiana negra e escrava .
No meio da fazenda me vi obrigada
A receber o patrão quantas vezes ele quisesse
Sem poder expressar nenhuma queixa…

Depois fui costureira,
camponesa , servente , agricultora
Mãe de muitos filhos miseráveis,
vendedora ambulante, curandeira,
babá,cuidadora de velhos,
artesã de mãos prodigiosas, tecelã bordadeira,
operária, professora, secretária, enfermeira….

Sempre servindo a todos
convertida em abelha ou semeadeira,
cazendo as tarefas mais ingratas,
moldada como uma jarra por mãos alheias…
Vieram milhões de mulheres juntas escutar a minhas queixas.
Falou-se de dores milenares,
dos enormes grilhões que os séculos
nos fizeram carregar nas costas
e formamos com todos os nossos lamentos
um caudaloso rio
que começou a percorrer o Universo,
afogando a injustiça e os esquecimento…

O mundo ficou paralisado,
os homens e mulheres não caminharam.
Pararam as máquinas, os tornos,
os grandes edifícios e as fábricas,
ministérios e hotéis, oficinas, hospitais,
e lojas e lares e cozinhas…

Nós mulheres finalmente descobrimos:
Somos tão poderosas quanto eles
E somos muito mais numerosas sobre a Terra!
Mais que o silêncio, mais que o sofrimento,
Mais que a infância e mais que a miséria!

Que este cântico ressoe
nas longínquas terras da Indochina
nas cálidas areias de África,
no Alasca e na América Latina

Proclamando a igualdade entre os géneros
Para construir um mundo solidário
-diferente, horizontal, sem poderes -
a conjugar a ternura, a paz e a vida
a beber da ciência sem distinção.

A derrotar o ódio e os preconceitos,
O poder de uns poucos, as mesquinhas fronteiras ,
a amassar com as mãos de ambos os sexos,
o pão da existência…"




Jenny del Pilar Londoño López, Reencarnações

 

 

publicado por Cleópatra M.P. às 10:30
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Sexta-feira, 30 de Dezembro de 2011

 

 

"I Just Want to Make Love to You", um tema escrito por Willie Dixon em 1954 e inicialmente interpretado por Muddy Waters, ficou famoso na voz de Etta James em 1961, quando incorporou o tema no seu primeiro álbum

'At Last!'.

 

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"And I can tell by the way you walk that walk

 

I can hear by the way you talk that talk

 

I can know by the way you treat your girl

 

That I can give you all the lovin in the whole wide world"

 

 

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 I Just Wanna Make Love to You

Etta James

 

 

publicado por Cleópatra M.P. às 00:15
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Sexta-feira, 13 de Agosto de 2010
 

 

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OS MUNDOS QUE ESCONDEMOS.jpeg

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Quando estás vestida,
Ninguém imagina
Os mundos que escondes
Sob as tuas roupas.

(Assim, quando é dia,
Não temos noção
Dos astros que luzem
No profundo céu.

Mas a noite é nua,
E, nua na noite,
Palpitam teus mundos
E os mundos da noite.

Brilham teus joelhos,
Brilha o teu umbigo,
Brilha toda a tua
Lira abdominal.

Teus exíguos
- Como na rijeza
Do tronco robusto
Dois frutos pequenos -

Brilham.) Ah, teus seios!
Teus duros mamilos!
Teu dorso! Teus flancos!
Ah, tuas espáduas!

Se nua, teus olhos
Ficam nus também:
Teu olhar, mais longe,
Mais lento, mais líquido.

Então, dentro deles,
Bóio, nado, salto
Baixo num mergulho
Perpendicular.

Baixo até o mais fundo
De teu ser, lá onde
Me sorri tu'alma
Nua, nua, nua...

 

 

Manuel Bandeira, Nu

 

 

publicado por Cleópatra M.P. às 00:17
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Segunda-feira, 2 de Agosto de 2010
 

 

 

 

 

 

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SER MULHER.jpeg

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Mulher, não és só obra de Deus;
os homens vão-te criando eternamente
com a formosura dos seus corações,
e os seus anseios
vestiram de glória a tua juventude.

Por ti o poeta vai tecendo
a sua imaginária tela de oiro:
o pintor dá às tuas formas,
dia após dia,
nova imortalidade.

Para te adornar, para te vestir,
para tornar-te mais preciosa,
o mar traz as suas pérolas,
a terra o seu oiro,
sua flor os jardins do Verão.

Mulher, és meio mulher,
meio sonho.

 

 

 


Rabindranath Tagore,

A Mulher Inspiradora in "O Coração da Primavera"

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* Neneh Cherry - Woman*

 

 

 

(...)

There ain't a woman in this world,
Not a woman or a little girl,
That can't deliver love
In a man's world.

(...)


 

 

 

 

publicado por Cleópatra M.P. às 00:23
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