Sexta-feira, 3 de Março de 2017

 

 



May God bless and keep you always
May your wishes all come true
May you always do for others
And let others do for you
May you build a ladder to the stars
And climb on every rung

May you stay forever young
Forever young, forever young
May you stay forever young.

May you grow up to be righteous
May you grow up to be true
May you always know the truth
And see the lights surrounding you
May you always be courageous
Stand upright and be strong

May you stay forever young
Forever young, forever young
May you stay forever young.

May your hands always be busy
May your feet always be swift
May you have a strong foundation
When the winds of changes shift
May your heart always be joyful
And may your song always be sung

May you stay forever young
Forever young, forever young
May you stay forever young
 

Bob Dylan, Forever Young
 
 
 
* * *

FOREVER YOUNG

 

 
* * *


Bob Dylan and The Band - Forever Young

 

 

 
 
publicado por Cleópatra M.P. às 00:00
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Terça-feira, 1 de Março de 2016

 

 

Março chegou!

 

*

 

"É a promessa de vida no teu coração."

 

 

 

* * *

 

MARÇO! PROMESSA DE VIDA!

 

 

* * *

 

Elis Regina & Tom Jobim - "Aguas de Março" - 1974

 

 

* * *

 

 

"É pau, é pedra, é o fim do caminho

É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um caco de vidro, é a vida, é o sol
É a noite, é a morte, é um laço, é o anzol
É peroba do campo, é o nó da madeira
Caingá, candeia, é o Matita Pereira

É madeira de vento, tombo da ribanceira
É o mistério profundo, é o queira ou não queira
É o vento ventando, é o fim da ladeira
É a viga, é o vão, festa da cumeeira
É a chuva chovendo, é conversa ribeira
Das águas de março, é o fim da canseira
É o pé, é o chão, é a marcha estradeira
Passarinho na mão, pedra de atiradeira

É uma ave no céu, é uma ave no chão
É um regato, é uma fonte, é um pedaço de pão
É o fundo do poço, é o fim do caminho
No rosto o desgosto, é um pouco sozinho

É um estrepe, é um prego, é uma conta, é um conto
É uma ponta, é um ponto, é um pingo pingando
É um peixe, é um gesto, é uma prata brilhando
É a luz da manhã, é o tijolo chegando
É a lenha, é o dia, é o fim da picada
É a garrafa de cana, o estilhaço na estrada
É o projeto da casa, é o corpo na cama
É o carro enguiçado, é a lama, é a lama

É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
É um resto de mato, na luz da manhã
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração

É uma cobra, é um pau, é João, é José
É um espinho na mão, é um corte no pé
É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
É um belo horizonte, é uma febre terçã
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração"

 

Tom Jobim, Águas de Março, 1972

 

 

 

 

 

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Quarta-feira, 15 de Abril de 2015

 

 

* * *

'Sunset.

Another sunset.

I know it looks undistinguishable from the last but I remember the difference.'

* * *

 

 

Hoje finalmente encontrei este tema!

Só o ouvi uma vez, há vários anos.

 

E há vários anos que o procurava, mas não sabia o titulo nem o autor.

Mesmo assim, procurei das mais variadas formas. E nada!

 

Eu sabia que o encontraria. 

Nos últimos dias, estava constantemente a lembrar-me dele,

e com a sensação estranhamente boa que o encontraria em breve.


E sim! Foi hoje!


O tema veio ter comigo! Literalmente!

Na Rádio Nostalgia​, ao início da noite, na edição da"Idade da inocência" de Luis Ferreira de Almeida.

Eu estava a conduzir, e quando ouvi as primeiras notas e me pareceu o tema que eu tanto procurei,

tive que parar o carro para ouvir! Eu sei, é estranho, mas é verdade!


Foi um momento muito feliz para mim.

Obrigada Rádio Nostalgia! 

Obrigada Luis Ferreira de Almeida por ter escolhido precisamente este tema, entre tantos outros,

para homenagear Richard Harris.

 

'Slides' de Richard Harris!!!

 

Muito bom. Encontrei-o!

Encontrei-o, finalmente!

 

 

RÁDIO NOSTALGIA - Online

 

RADIO NOSTALGIA - Facebook

 

 

 

* * *

 

SLIDES. ENCONTREI-TE | SLIDES. I FOUND YOU

 

 

* * *

 

 

"Morning chaps.

I’d like to welcome you back to the third form of your years,

I trust you’ll thrive in here.

Others in the past have come alive in here.

Happy to say they found their way.

You recall I asked, back when I saw you last,

that you’d consult my list of books for summer reading.

We’ll go over those and others

you’ll be needing for the coming year, if I’m still here.

I suppose you heard the word that’s going about,

my superiors doubt I’m fit to teach you.

Have a nip before the game and they’ll impeach you.

Forget about the fact that I reach you.

I reach you.

Well, enough of that.

Lets get on with it.

I’ve arranged to show some slides that might amuse you.

And if, of course, you’re bored, then I’ll excuse you.

Though what you’re about to see,

in times of sickness, is my cure,

living well is my best revenge, you can be sure.

This is the Grand Canyon, in the great State of Arizona.

See there, the magnificent blend of all the colours of the rainbow.

It is virtually unphotographable at any given point to so vast.

The Colorado River trickles through its base like a deeply buried brook.

Geologists say that with time and erosion the Pacific Ocean,

some 300 miles West, will one day reach the Canyon and flow through there.

I camped here, see?

Right there.

Oh, what peace I found.

The only sounds I heard were the sounds I made.

No-no, it is true.

And here beyond, on a remote roadside stand,

an Indian boy planted himself arms folded beneath a sign 

that said “seashells should lead the world”.

This is a hobo, a dying bread.

A pity.

He claimed that an inheritance fortune

awaited him in a bank back East but he couldn’t care less.

There’s more of them.

The one with the umbrella claimed to be the real Mr. Bojangles.

Sunset.

Another sunset.

I know it looks undistinguishable from the last but I remember the difference.

Vancouver, British Columbia.

I spent some time there at a ski lodge.

Something so healthy and wholesome about skiers.

Like this one.

She always seemed to appear when I took a slip

on the slops where I had no business being.

But I’d look up and there she’d be.

And soon it happen that whenever she’d turned and look up, there I’d be.

The chalet.

Inside there, by a warm fire, is where my mind has want to wander now.

To the scent of pine and the taste of wine.

You’re too young for wine now but make a note of it.

There she is again.

We rented those horses for a day.

See mine? His name was...

Oh what was it now? I forget. Oh yes, it was sugar.

And there’s my friend again.

She looks rather sad there.

It seems that everyday, well, she always had some special plan for us.

And this, this is a beautiful Indian girl.

Look at her!

She and her secret mysterious ways.

The pride of her people.

Our sunshine, the said of her.

This was the road South into Oregon.

This is how logs are transported, long rafts that trail the northwest rivers.

Big Sur, California.

An old Spanish Mission.

Carmel, California.

Those trees seemed frozen against the landscape.

They remind me of a book I once heard of called The Cypresses Believe in God.

This was near the end of my adventure.

The clock in my head told me it was time to leave.

So that I was more concerned with seeing

what I could first hand

rather then rush for the camera.

I find that travelling alone is somehow more realistic then with others.

You find yourself in a new place all alone and you deal with it

as oppose to when you’re with others who are familiar to you

and in a sense shelter you from situations you would otherwise meet head on.

You know what I mean?

Besides, if your loved ones are with you, you have no one to go home to."



Richard Harris, Slides, 1972
 

 

 


Slides - Richard Harris (original album version)

 

 

 

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Quinta-feira, 14 de Fevereiro de 2013

 

 

* * *

 

A MIRAGEM

 

* * *

 

 

 

"Ah, se pudéssemos contar
As voltas que a vida dá
Pra que a gente possa encontrar
Um grande amor

 

É como se pudéssemos contar
Todas estrelas do céu
Os grãos de areia desse mar
Ainda assim

 

Pobre coração, o dos apaixonados
Que cruzam o deserto em busca de um oásis em flor
Arriscando tudo por uma miragem
Pois sabem que há uma fonte oculta nas areias
Bem-aventurados os que dela bebem
Porque para sempre serão consolados

 

Somente por amor
A gente põe a mão
No fogo da paixão
E deixa se queimar
Somente por amor
Movemos terra e céus
Rasgando os sete véus
Saltamos no abismo
Sem olhar pra trás
Somente por amor
E a vida se refaz...

E a morte não é mais
Pra nós."

 

 
Marcus Viana, A
Miragem


 

 

Miragem - Marcus Viana 

 

 

 

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