Sexta-feira, 4 de Abril de 2014

 

 

 

* * *

 

UNTIL THE END OF TIME

 

 

* * *

 

 

"Love me

Until the end of time

As you grab my hand
Time slows down and stops

As I hold you tight
I wish we could be like this forever

‘cos all the time we have
We’ll share it
You and I
Chasing life

And all the time we spend
Living life
You and I
I’m just asking you to

Love me
Until the end of time

As you loose my hand
My world starts crumbling down

As I hold you tight
I know we will be like this forever

‘cos all the time we have
We’ll share it
You and i
Chasing life

‘cos all the time we spend
In this life
You and I
All I need comes from you

Love me
Until the end of time"

 

Secret Lie, Love Me Until the End of Time

 

 

* * *

 


Secret Lie, Love Me Until the End of Time

  

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Sexta-feira, 20 de Dezembro de 2013

 

 

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CAPITÃO DE MINHA ALMA

 

 

* * *

 

 

Do fundo da noite que me cobre,

 

Preta como o Breu de lado a lado

 

Agradeço a todos deuses pelo nobre

 

Inconquistável espírito a mim dado.

 

 

 

No acaso todo das circunstâncias

 

Não me deixei cair nem gritar

 

Apesar de um estouro de ânsias

 

Minha cabeça sangra sem curvar

 

 

 

Além desse lugar de tristezas e insanos

 

Nada se vê, só o Horror desde cedo

 

E ainda assim a ameaça dos anos

 

encontra-me e encontrar-me-á sem medo

 

 

 

Não importa quantas vezes desatino

 

nem quantas vezes a vida me espalma

 

Sou o mestre e senhor do meu destino:

 

Sou o capitão de minha alma.

 

 

 

William Ernest Henley, INVICTUS (1875)

 

 

 

* * *

 

 

Out of the night that covers me,

Black as the pit from pole to pole,

I thank whatever gods may be

For my unconquerable soul.



In the fell clutch of circumstance

I have not winced nor cried aloud.

Under the bludgeonings of chance

My head is bloody, but unbow’d.



Beyond this place of wrath and tears

Looms but the Horror of the shade,

And yet the menace of the years

Finds and shall find me unafraid.



It matters not how strait the gate,

How charged with punishments the scroll,

I am the master of my fate:

I am the captain of my soul.

 

 

William Ernest Henley, INVICTUS (1875)

 
 

 

 

 
 

 

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Domingo, 15 de Dezembro de 2013

 

 

 

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LUTA-SE POR TUDO O QUE SE LEVA A PEITO

 

* * *

 

 

"A princípio é simples, anda-se sozinho,
passa-se nas ruas bem devagarinho
está-se bem no silêncio e no borborinho
bebe-se as certezas num copo de vinho
e vem-nos à memória uma frase batida:
hoje é o primeiro dia do resto da tua vida!

Pouco a pouco o passo faz-se vagabundo
dá-se a volta ao medo e dá-se a volta ao mundo
diz-se do passado que está moribundo
bebe-se o alento num copo sem fundo
e vem-nos à memória uma frase batida:
hoje é o primeiro dia do resto da tua vida!

E é então que amigos nos oferecem leito,
entra-se cansado e sai-se refeito
luta-se por tudo o que se leva a peito
bebe-se e come-se se alguém nos diz bom proveito
e vem-nos à memória uma frase batida:
hoje é o primeiro dia do resto da tua vida!

Depois vêm cansaços e o corpo frequeja
olha-se para dentro e já pouco sobeja
pede-se o descanso por curto que seja,
apagam-se dúvidas num mar de cerveja
e vem-nos à memória uma frase batida:
hoje é o primeiro dia do resto da tua vida!

E enfim duma escolha faz-se um desafio
enfrenta-se a vida de fio a pavio
navega-se sem mar sem vela ou navio
bebe-se a coragem até dum copo vazio
e vem-nos à memória uma frase batida:
hoje é o primeiro dia do resto da tua vida!

Entretanto o tempo fez cinza da brasa
outra maré cheia virá da maré vaza
nasce um novo dia e no braço outra asa,
brinda-se aos amores com o vinho da casa
e vem-nos à memória uma frase batida:
hoje é o primeiro dia do resto da tua vida!"

 

Sérgio Godinho

 

 

 

 Sérgio Godinho, O Primeiro Dia

 

 

 

 

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Terça-feira, 24 de Setembro de 2013

 

 

* * *

 

VILLA MAIREA

 

 

* * *

 

 

“Algo que usamos todos os dias deve adequar-se ao humano em todos os sentidos”

 

 

Alvar Aalto, 1967

 

 

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Terça-feira, 6 de Agosto de 2013

 

 

* * *

 

IN SHADES OF GRAY - a great day for freedom

 

* * *

 

 

"Now life devalues day by day
As friends and neighbours turn away
And there's a change that, even with regret, cannot be undone"
 
Pink Floyd, A Great Day for Freedom
 
 
 

 David Gilmour, Pink Floyd - A Great Day For Freedom

 

 

"There was a wonderful moment of optimism when the Wall came down – the release of Eastern Europe from the non-democratic side of the socialist system. But what they have now doesn't seem to be much better. Again, I'm fairly pessimistic about it all. I sort of wish and live in hope, but I tend to think that history moves at a much slower pace than we think it does. I feel that real change takes a long, long time."

 

David Gilmour, "Sounds of Silence" interview, Guitar World, September 1994.

 

 

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Quinta-feira, 25 de Julho de 2013

 

 

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 SOUVENIR...

 

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 Orchestral Manoeuvres In The Dark, Souvenir
 
 
* * *
 
 
"It's my direction, it's my proposal, it's so hard, it's leading me astray

My obsession, it's my creation, you'll understand, it's not important now


All I need is coordination, I can't imagine my destination

My intention, ask my opinion, with no excuse, my feelings still remain


My feelings still remain"
 
 
Orchestral Manoeuvres In The Dark, Souvenir
 
 
 
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Segunda-feira, 1 de Julho de 2013

 

 

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NUNCA DESISTAS - NEVER GIVE UP

 

 

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Terça-feira, 11 de Junho de 2013

 

 

* * * 

 

OUT THERE

 

 

* * *

 

 

Thought you had
all the answers
to rest your heart upon.
But something happens,
don't see it coming, now
you can't stop yourself.
Now you're out there swimming...
In the deep.
In the deep.

Life keeps tumbling your heart in circles
till you... Let go.
Till you shed your pride, and you climb to heaven,
and you throw yourself off.
Now you're out there spinning...
In the deep.
In the deep.
In the deep.
In the deep.

And now you're out there spinning...
And now you're out there spinning...
In the deep.
In the deep.
In the deep.

In the silence,
all your secrets, will
raise their worried heads.
Well, you can pin yourself back together,
to who you thought you were.
Now you're out there livin'...
In the deep.
In the deep.
In the deep.

In the deep...

Now you're out there spinning...
Now you're out there swimming...
Now you're out there spinning...
In the deep.
In the deep.
In the deep.
In the deep...
Bird York, In the Deep 
 

Bird York, In the Deep 
 

 

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Sábado, 11 de Maio de 2013

 

 

* * *

OUVIR ESTRELAS

 

* * *

 

 

 

"Ora (direis) ouvir estrelas! Certo
Perdeste o senso!" E eu vos direi, no entanto,
Que, para ouvi-las, muita vez desperto
E abro as janelas, pálido de espanto...

E conversamos toda a noite, enquanto
A via-láctea, como um pálio aberto,
Cintila. E, ao vir do sol, saudoso e em pranto,
Inda as procuro pelo céu deserto.

Direis agora: "Tresloucado amigo!
Que conversas com elas? Que sentido
Tem o que dizem, quando estão contigo?"

E eu vos direi: "Amai para entendê-las!
Pois só quem ama pode ter ouvido
Capaz de ouvir e de entender estrelas."

 

 

Olavo Bilac

Poesias, Via-Láctea, 1888

 

 

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Sexta-feira, 10 de Maio de 2013

 

* * *

 

LEARNING

 

* * *

 

 

 

 

Life isn’t about waiting for the storm to pass,


 

it’s about learning to dance in the rain.

 


 

Vivian Greene

 

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NA NOITE DO SERTÃO

 

 

* * *

 

 

"Olho para o céu
Tantas estrelas dizendo da imensidão
Do universo em nós
A força desse amor
Nos invadiu...
Com ela veio a paz, toda beleza de sentir
Que para sempre uma estrela vai dizer
Simplesmente amo você...

Meu amor..
Vou lhe dizer
Quero você
Com a alegria de um pássaro
Em busca de outro verão
Na noite do sertão
Meu coração só quer bater por ti
Eu me coloco em tuas mãos
Para sentir todo o carinho que sonhei
Nós somos rainha e rei

Na noite do sertão
Meu coração só quer bater por ti
Eu me coloco em tuas mãos
Para sentir todo o carinho que sonhei
Nós somos rainha e rei

Olho para o céu
Tantas estrelas dizendo da imensidão
Do universo em nós
A força desse amor nos invadiu...
Então...
Veio a certeza de amar você..."

 

 

Caetano Veloso, Céu de Santo Amaro

 


 

FLÁVIO VENTURINI e CAETANO VELOSO || Céu De Santo Amaro
 
 
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Sexta-feira, 8 de Fevereiro de 2013


* * *

 
FREEWAY
 

 

* * *

 

 

 

My love is in league with the freeway
Its passion will ride, as the cities fly by
And the tail-lights dissolve, in the coming of night
And the questions in thousands take flight
My love is a-miles in the waiting
The eyes that just stare, and the glance at the clock
And the secret that burns, and the pain that grows dark
And it's you once again
Leading me on - leading me down the road
Driving beyond - driving me down the road

My love is exceedingly vivid
Red-eyed and fevered with the hum of the miles
Distance and longing, my thoughts do provide
Should I rest for a while at the side
Your love is cradled in knowing
Eyes in the mirror, still expecting they'll come
Sensing too well when the journey is done
There is no turning back - no
There is no turning back - on the run

My love is in league with the freeway
Oh the freeway, and the coming of night-time
My love is in league with the freeway

 

 

Robert Plant, Big Log

 

 


Robert Plant, Big Log

 

 

 

 

 
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Sábado, 19 de Janeiro de 2013

 

 

* * *

 

AS FAR AS MY EYES CAN SEE

 

 

* * *

 

 

"As far as my eyes can see
There are Shadows approaching me
And to those I left behind
I wanted you to Know
You've always shared my deepest thoughts
You follow where I go

And oh when I'm old and wise
Bitter words mean little to me
Autumn Winds will blow right through me
And someday in the mist of time
When they asked me if I knew you
I'd smile and say you were a friend of mine
And the sadness would be Lifted from my eyes
Oh when I'm old and wise

As far as my Eyes can see
There are shadows surrounding me
And to those I leave behind
I want you all to know
You've always Shared my darkest hours
I'll miss you when I go

And oh, when I'm old and wise
Heavy words that tossed and blew me
Like Autumn winds that will blow right through me
And someday in the mist of time
When they ask you if you knew me
Remember that You were a frined of mine
As the final curtain falls before my eyes
Oh when I'm Old and wise

As far as my eyes can see"

 

 

The Alan Parsons Project, Old and Wise

 

 

 

 The Alan Parsons Project, Old and Wise

 

 

 

 

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Quarta-feira, 9 de Janeiro de 2013

 

 

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A COISA MAIS PEQUENA QUE HOUVER

 

* * *

 

 

"Quero dar-te a coisa mais pequena que houver.
Bago de arroz
Grão de areia
Semente de linho
Suspiro de pássaro
Pedra de sal
Som de regato
A coisa mais pequena do mundo
A sombra do meu nome
O peso do meu coração na tua pele."

 
 
Rosa Lobato de Faria
 
 
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Sábado, 5 de Janeiro de 2013

 

 

* * *

 

A MOÇA TECELÃ

 

 

* * *

 

 

"Acordada ainda no escuro, como se houvesse o sol chegado atrás das beiradas da noite. E logo sentava-se no tear.
 
Linha clara, para começar o dia. Delicado traço cor da luz, que ela ia passando entre os fios estendidos, enquanto la fora a claridade da manhã desenhava o horizonte.
 
Depois lãs mais vivas, quentes lãs iam tecendo hora a hora, em longo tapete que nunca acabava.
 
Se era forte demais o sol, e no jardim pendiam as pétalas, a moça colocava na lançadeira grossos fios cinzentos do algodão mais felpudo. Em breve, na penumbra trazida pelas nuvens, escolhia um fio de prata, que em pontos longos rebordava sobre o tecido. Leve, a chuva vinha cumprimentá-la à janela.
 
Mas se durante muitos dias o vento e o frio brigavam com as folhas e espantavam os pássaros, bastava a moça tecer com seus belos fios dourados, para que o sol voltasse a acalmar a natureza.
 
Assim, jogando a lançadeira de um lado para o outro e batendo os grandes pentes do tear para frente e para trás, a moça passava seus dias.
 
Nada lhe faltava. Na hora da fome tecia um lindo peixe, com cuidados de escamas. E eis que o peixe estava na mesa, pronto para ser comido. Se sede vinha, suave era a lã de leite que entremeava o tapete. E à noite, depois de lançar seu fio de escuridão, dormia tranquila.
 
Tecer era tudo o que fazia. Tecer era tudo o que queria fazer. 
 
Mas tecendo e tecendo, ela própria trouxe o tempo em que se sentiu sozinha, e pela primeira vez pensou como seria bom ter um marido ao lado.
 
Não esperou o dia seguinte. Com capricho de quem tenta uma coisa nunca conhecida, começou a entremear no tapete as lãs e as cores que lhe dariam companhia. E aos poucos seu desejo foi aparecendo , chapéu emplumado, rosto barbeado, corpo emprumado, sapato engraxado. Estava justamente acabando de entremear o último fio da ponta dos sapatos, quando bateram à porta.
 
Nem precisou abrir. O moço meteu a mão na maçaneta, tirou o chapéu de pluma, e foi entrando na sua vida.
 
Aquela noite, deitada contra o ombro dele, a moça pensou nos lindos filhos que teceria para aumentar ainda mais a sua felicidade.
 
E feliz foi, por algum tempo. Mas se o homem tinha pensado em filhos, logo os esqueceu. Porque, descoberto o poder do tear, em nada mais pensou a não ser nas coisas todas que ele poderia lhe dar. 
 
– Uma casa melhor é necessária – disse para a mulher. E parecia justo, agora que eram dois. Exigiu que escolhesse as mais belas lãs cor de tijolo, fios verdes para os batentes, e pressa para a casa acontecer.
 
Mas pronta a casa, já não lhe pareceu suficiente. - Por que ter casa, se podemos ter palácio? - Perguntou. Sem querer resposta, imediatamente ordenou que fosse de pedra com arremates de prata.
 
Dias e dias, semanas e meses trabalhou a moça tecendo tetos e portas, pátios e escadas, e salas e poços. A neve caía lá fora, e ela não tinha tempo para chamar o sol. A noite chegava, e ela não tinha tempo para arrematar o dia. Tecia e entristecia, enquanto sem parar batiam os pentes acompanhando o ritmo da lançadeira.
 
Afinal, o palácio ficou pronto. E entre tantos cômodos, o marido escolheu para ela e seu tear o mais alto quarto da mais alta torre. 
 
– É para que ninguém saiba do tapete – disse. E antes de trancar a porta a chave advertiu: - Faltam as estrebarias. E não se esqueça dos cavalos!
 
Sem descanso tecia a mulher caprichos do marido, enchendo o palácio de luxos, os cofres de moedas, as salas de criados. Tecer era tudo o que queria fazer.
 
E tecendo, ela própia trouxe o tempo em que sua tristeza lhe pareceu maior que o palácio com todos os seus tesouros. E pela primeira vez pensou como seria bom estar sozinha de novo.
 
Só esperou anoitecer. Levantou-se enquanto o marido dormia sonhando com novas exigências. E descalça para não fazer barulho, subiu a longa escada do torrre, sentou-se ao tear. 
 
Desta vez não precisou escolher linha nenhuma. Segurou a lançadeira ao contrário, e, jogando-a veloz de um lado para o outro, começou a defazer seu tecido. Desteceu os cavalos, as carruagens, as estrebarias, os jardins. Depois desteceu os criados e o palácio e todas as maravilhas que continha. E novamente se viu na sua casa pequena e sorriu para o jardim além da janela.
 
A noite acabava quando o marido, estranhando a cama dura, acordou, e espantado olhou em volta. Não teve tempo de se levantar. Ela já desfazia o desenho escuro dos sapatos, e ele viu seus pés desparecendo, sumindo as pernas. Rápido, o nada subiu-lhe o corpo, tomou o peito aprumado, o emplumado chapéu.
 
Então, como se ouvisse a chegada do sol, a moça escolheu uma linha clara. E foi passando-a devagar entre os fios, delicado traço de luz, que a manhã repetiu na linha do horizonte."
 

 

Marina Colasanti, A Moça Tecelã

 

 

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Segunda-feira, 17 de Dezembro de 2012

 

 

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TEMER O AMOR...

 

 

* * *

 

 

"Temer o amor é temer a vida e os que temem a vida já estão meio mortos."



Bertrand Russell

 

 

 

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Najee - Tonight I'm Yours
 
 
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Quinta-feira, 6 de Dezembro de 2012

 

 

 

Today, one more year begins for me...



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ONE MORE

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Quarta-feira, 5 de Dezembro de 2012

 

 

* * *

 

STAR DUST

 

* * *

 

 

"The true harvest of my daily life is somewhat as intangible and indescribable as the tints of morning or evening. It is a little star-dust caught, a segment of the rainbow which I have clutched."



Henry David Thoreau



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Terça-feira, 13 de Novembro de 2012

 

 

* * *

 

EM TODAS AS RUAS TE ENCONTRO

 

 

* * *

 

 


"Em todas as ruas te encontro
em todas as ruas te perco
conheço tão bem o teu corpo
sonhei tanto a tua figura
que é de olhos fechados que eu ando
a limitar a tua altura
e bebo a água e sorvo o ar
que te atravessou a cintura
tanto tão perto tão real
que o meu corpo se transfigura
e toca o seu próprio elemento
num corpo que já não é seu
num rio que desapareceu
onde um braço teu me procura

Em todas as ruas te encontro
em todas as ruas te perco"



Mário Cesariny, Poema




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Domingo, 11 de Novembro de 2012

 

 

* * *

Ó VIDA DE MIL FACES

 

* * *

 

 

"Pudesse eu não ter laços nem limites


Ó vida de mil faces transbordantes


Para poder responder aos teus convites


Suspensos na surpresa dos instantes!"


 

Sophia de Mello Breyner Andresen



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