Terça-feira, 30 de Março de 2010

 

Redução de Armas Nucleares

 

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A propósito do acordo a que chegaram os Estados Unidos e a Rússia sobre um novo tratado para a redução das armas nucleares, e que deverá ser assinado em Praga no próximo mês.

 

 

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Nova ESPERANÇA?

 

Cleo

 


 

publicado por Cleópatra M.P. às 13:35
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PARA O ILUSTRÍSSIMO


SENHOR MICHEL DE CASTELNAU

 

Senhor de Mauvissièrre, Concressault e Joinville,

Cavaleiro da Ordem do Rei Cristianíssimo,

Conselheiro do seu Conselho Privado,

Capitão de cinquenta homens de armas,

e Embaixador junto da Sereníssima Rainha de Inglaterra

 

 

Se eu, ilustríssimo Cavaleiro, manejasse o arado, apascentasse um rebanho, cultivasse uma horta, remendasse um fato, ninguém faria caso de mim, raros me observariam, poucos me censurariam, e facilmente poderia agradar a todos. Mas, por eu ser delineador do campo da natureza, atento ao alimento da alma, ansioso da cultura do espírito e estudioso da actividade do intelecto, eis que me ameaça quem se sente visado, me assalta quem se vê observado, me morde quem é atingido, me devora quem se sente descoberto. E não é só um, não são poucos, são muitos, são quase todos. Se quiserdes saber porque isto acontece, digo-vos que a razão é que tudo me desagrada, que detesto o vulgo, a multidão não me contenta, e só uma coisa me fascina: aquela, em virtude da qual me sinto livre em sujeição, contente em pena, rico na indigência e vivo na morte; em virtude da qual não invejo aqueles que são servos na liberdade, que sentem pena no prazer, são pobres na riqueza e mortos em vida, pois que têm no próprio corpo a cadeia que os acorrenta, no espírito o inferno que os oprime, na alma o error que os adoenta, na mente o letargo que os mata, não havendo magnanimidade que os redima, nem longanimidade que os eleve, nem esplendor que os abrilhante, nem ciência que os avive. Daí, sucede que não arredo o pé do árduo caminho, por cansado; nem retiro as mãos da obra que se me apresenta, por indolente; nem qual desesperado, viro as costas ao inimigo que se me opõe, nem como deslumbrado, desvio os olhos do divino objecto.

(…)

Apresento-vos agora a minha especulação acerca do infinito, do universo e dos mundos inumeráveis.


 

Giordano Bruno (1548 - 1600), Epístula Preambular

in Acerca do Infinito, do Universo e dos Mundos

 

* * *

 

Um livro muito, mas mesmo muito interessante.


Recomendo!

 

Cleo


publicado por Cleópatra M.P. às 08:14
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