Quinta-feira, 14 de Janeiro de 2010

 

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publicado por Cleópatra M.P. às 22:14
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Quarta-feira, 13 de Janeiro de 2010
 

 

 

 

 

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EARTH WATER 3

 

 

 

VER AQUI

http://earth-water.org/

 

 

publicado por Cleópatra M.P. às 23:01
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Terça-feira, 12 de Janeiro de 2010

 

 

 

"A suposição de que a identidade de uma pessoa transcende, em grandeza e importância, tudo o que ela possa fazer ou produzir é um elemento indispensável da dignidade humana. (...) Só os vulgares consentirão em atribuir a sua dignidade ao que fizeram; em virtude dessa condescendência serão «escravos e prisioneiros» das suas próprias faculdades e descobrirão, caso lhes reste algo mais que mera vaidade estulta, que ser escravo e prisioneiro de si mesmo é tão ou mais amargo e humilhante que ser escravo de outrem."


Hannah Arendt, in A Condição Humana

 

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Muito actual, apesar de ter sido escrito em 1958. Aliás, é um livro que será sempre actual. Não é de leitura propriamente 'fácil'. É necessário tempo e disponibilidade mental para entender certas partes do livro. Mas acima de tudo, é necessária uma grande vontade de o ler e de apreender a densidade de informação que Hannah Arendt nos oferece nesta obra.

 

Hannah Arendt (1906-1975) nasceu em Hannover numa família de judeus alemães, tendo logo na sua infância ido viver para Konigsberg. 

Devido ao nazismo foi forçada a fugir das denúncias à Gestapo e dos campos de uma morte quase certa. Primeiro foi para Paris, em 1933, e na década de 40 mudou-se para Nova Iorque, onde viveu até ao final dos seus dias.

 

É considerada uma das maiores filósofas do século XX.

 

Cleo

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publicado por Cleópatra M.P. às 23:20
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Sábado, 9 de Janeiro de 2010

 

 

Passar a noite num local assim, é oferecer um presente à nossa alma.

Adormecer devagar, ao som das ondas do Mar que encontram a areia e a deixam lentamente... e voltam a encontra-la... e deixam-na lentamente mais uma e outra vez... toda a noite.

Acordar a meio da noite e ver o Mar, ouvir o Mar, sentir o Céu mesmo estanto na Terra!

As palavras são pobres para descrever certas coisas...

Despertar sem pressa, vagarosamente, ao nascer do Sol. Olhar a luz radiosa e sentirmo-nos a aquecer por dentro. A Terra, o Mar, o Céu, o Sol...

As palavras são pobres para descrever certas coisas...

A Terra, o Mar, o Céu, o Sol, Eu, e a música de fundo que entretanto coloquei e que envolve tudo!

As palavras são pobres para descrever certas coisas...

 


 

As palavras são pobres para descrever certas coisas!


Cleo


publicado por Cleópatra M.P. às 21:06
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Sexta-feira, 8 de Janeiro de 2010

 

 

You're not alone
Not alone
Not alone in this world

If there is fire on the water
There are silhouettes in blue
There are sails that change direction in our lives
And if you ever touch her skin
When she's sleeping next to him
Remind me if i've forgotten what it's like

You're not alone
Not alone
Not alone in this world

There is silence in the evening
There is numbness in the dawn
Where the swallows seem to hover in the sky
Ah but the flowers have not died
And though long enough i'll cry
Her laughter will stay with me 'till the end

You're not alone
Not alone
Not alone in this world

When you take him for the first time
When he has you in his arms
When his caress seems to wipe me from your mind
I will be watching from the wings
And the angels will applaud
That i stayed as i said i would
By your side…

You're not alone
Not alone
Not alone in this world

If there is fire on the water
There are silhouettes in blue
There are sails that change direction in our lives.

 

Perry Blake, You're Not Alone

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In my life something was wrong
In her arms I could be light

Like the breeze that blew the man across
The sea to take a love away

Life become laughter and sun
I was having too much fun

Like the breeze that blew the man across
The sea to take a love away
Stop breathing Stop breathing
Stop breathing Stop breathing

I was having too much fun

Like the breeze that blew the man across
The sea to take a love away

 

Perry Blake, Stop Breathing

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Still life is ours now
Still life alone
Did you know that this could
Take a life time

What is his name?
Doesn’t have to have a happy ending
What is his name?
Doesn’t have to have a happy ending
What is his name?
Does it have to have a happy ending
No, no, no, no

I tried not to send the letter
Tried to remain calm
He doesn’t love you like I loved you
He doesn’t love you like you loved me

What is his name?
Doesn’t have to have a happy ending
What is his name?
Doesn’t have to have a happy ending
What is his name?
Does it have to have a happy ending
No

What is his name?
Baby I’m a happy shadow
What is his name?
Doesn’t have to have a happy ending
No, no, no, no

 

Perry Blake, Still Lives

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Quinta-feira, 7 de Janeiro de 2010

 

 

 

 

"Há mais de 2100 anos a Rainha Cleópatra VII do Egipto era conhecedora das qualidades tonificantes, hidratantes e rejenuvescedoras da pele que o Leite de Burra proporciona, e dos seus efeitos benéficos sobre a pele. Na Roma antiga, também Pompeia o utilizava para manter a sua pele lisa, macia e conservando a sua juventude. A beleza de ambas ficou na História. Este sabonete é produzido com Leite de Burra fresco: tal como Cleópatra e Pompeia o utilizariam então..."

 

 

 

 

"O Leite de Burra Fresco utilizado para a produção destes Sabonetes Naturais provém de Burras da raça Asinina Mirandesa e a sua utilização não irá apenas hidratar e preservar a sua pele do envelhecimento: além dessas qualidades que poderá verificar, a utilização destes sabonetes irá decisivamente contribuir para ajudar a salvar estes simpáticos e amigos animais da Raça Autóctone Portuguesa designada como “Burro de Miranda”, espécie asinina autóctone da região transmontana do Planalto Mirandês que se encontra seriamente ameaçada de extinção."

 

 

 

 

"Por todas estas razões, este produto é muito mais do que um produto comercial de qualidade: é um projecto que contribui activamente para a preservação da Biodiversidade e conservação do Património Genético, contribui para a preservação social de muitos usos e costumes associados à espécie ameaçada, devendo por isso encarar-se como um projecto de Eco Desenvolvimento Social e Cultural."

 

BANHO EM LEITE DE BURRA QUE TAL 4.jpg

 

 

"Como o Leite de Burra é um produto 100% natural e é um bem escasso e de produção limitada, aproveitado segundo normas estritas de bem-estar Animal e sem prejuízo das crias em amamentação cujo aproveitamento visa não uma acção comercial, mas sobretudo a salvaguarda e preservação da espécie asinina Mirandesa, o Prazo e a Disponibilidade são dependentes de existência de Stock de Leite de Burra à data de encomenda – as quantidades disponíveis são limitadas e variáveis consoante a criação anual e a época do ano."

 

VER AQUI

http://www.tomelo.pt

 

Um projecto / iniciativa interessante.

Escusado será dizer que já experimentei... e gostei!

 

Cleo.

Ou melhor, dadas as circunstâncias,

Cleópatra!!!

 


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publicado por Cleópatra M.P. às 00:15
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Quarta-feira, 6 de Janeiro de 2010

 

E se dormisses,

e se, dormindo, sonhasses,

e se, no teu sonho,viajasses até ao Céu,

e lá colhesses uma estranha e bela flor,

e se, ao acordar, encontrasses essa flor na tua mão?

Ah, que farias então?

 

Samuel Taylor Coleridge (1772 - 1834)

 

 

 

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publicado por Cleópatra M.P. às 19:47
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Sábado, 2 de Janeiro de 2010

 

 

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SEI QUE NÃO VOU POR AÍ...

 

 

* * *

 

 

Cântico Negro

 

"Vem por aqui" - dizem-me alguns com os olhos doces
Estendendo-me os braços, e seguros
De que seria bom que eu os ouvisse
Quando me dizem: "vem por aqui!"
Eu olho-os com olhos lassos,
(Há, nos olhos meus, ironias e cansaços)
E cruzo os braços,
E nunca vou por ali...

A minha glória é esta:
Criar desumanidade!
Não acompanhar ninguém.
- Que eu vivo com o mesmo sem-vontade
Com que rasguei o ventre à minha mãe

Não, não vou por aí! Só vou por onde
Me levam meus próprios passos...

Se ao que busco saber nenhum de vós responde
Por que me repetis: "vem por aqui!"?

Prefiro escorregar nos becos lamacentos,
Redemoinhar aos ventos,
Como farrapos, arrastar os pés sangrentos,
A ir por aí...

Se vim ao mundo, foi
Só para desflorar florestas virgens,
E desenhar meus próprios pés na areia inexplorada!
O mais que faço não vale nada.

Como, pois sereis vós
Que me dareis impulsos, ferramentas e coragem
Para eu derrubar os meus obstáculos?...
Corre, nas vossas veias, sangue velho dos avós,
E vós amais o que é fácil!
Eu amo o Longe e a Miragem,
Amo os abismos, as torrentes, os desertos...

Ide! Tendes estradas,
Tendes jardins, tendes canteiros,
Tendes pátria, tendes tectos,
E tendes regras, e tratados, e filósofos, e sábios...
Eu tenho a minha Loucura !
Levanto-a, como um facho, a arder na noite escura,
E sinto espuma, e sangue, e cânticos nos lábios...

Deus e o Diabo é que guiam, mais ninguém.
Todos tiveram pai, todos tiveram mãe;
Mas eu, que nunca principio nem acabo,
Nasci do amor que há entre Deus e o Diabo.

Ah, que ninguém me dê piedosas intenções!
Ninguém me peça definições!
Ninguém me diga: "vem por aqui"!
A minha vida é um vendaval que se soltou.
É uma onda que se alevantou.
É um átomo a mais que se animou...
Não sei por onde vou,
Não sei para onde vou
- Sei que não vou por aí!

José Régio, in
Poemas de Deus e do Diabo

 

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Não sei por onde vou, mas sei que não vou por aí.

Isso, eu sei! E saber disso, é uma das minhas fontes de grande tranquilidade...

 

Cleo

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publicado por Cleópatra M.P. às 23:55
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Sexta-feira, 1 de Janeiro de 2010

 

 

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Grava no teu coração que cada dia é o melhor dia do ano.

 

Ralph W. Emerson (1803 - 1882)

 

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Cada dia como o primeiro: Cada dia uma vida.

 

Dag Hammarskjold (1905 - 1961)

 

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publicado por Cleópatra M.P. às 03:43
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