Segunda-feira, 8 de Outubro de 2012

 

 

* * *

 

AZUL. LIBERDADE

 

 

* * *

 

"Ainda que eu falasse línguas,

as dos homens e dos anjos,

se não tivesse amor,

seria como sino ruidoso

ou como um címbalo estridente.   

 

Ainda que tivesse o dom

da profecia,

 o conhecimento de todos

os mistérios e de toda a ciência,

ainda que tivesse toda a fé,

a ponto de transportar montanhas,

 se não tivesse amor,

nada seria.

 

Ainda que distribuísse

todos os meus bens aos famintos,

ainda que entregasse

o meu corpo às chamas,

 se não tivesse amor,

nada disso me adiantaria.

 

O amor é paciente,

o amor é prestativo;

não é invejoso, não se ostenta,

não se incha de orgulho.

 

Nada faz de inconveniente,

não procura o seu próprio interesse,

não se irrita,

não guarda rancor.

 

Não se alegra com a injustiça,

mas regozija-se com a verdade.

 

Tudo desculpa, tudo crê,

tudo espera, tudo suporta.

 

O amor jamais passará.

As profecias desaparecerão,

as línguas cessarão,

a ciência também desaparecerá.

 

Pois o nosso conhecimento

é limitado;

limitada é também a nossa profecia.

 

Mas, quando vier a perfeição,

desaparecerá o que é limitado.

 

Quando eu era criança,

falava como criança,

pensava como criança,

raciocinava como criança.

Depois que me tornei adulto,

deixei o que era próprio de criança.

 

Agora vemos como em espelho

e de maneira confusa;

mas depois veremos face a face.

Agora o meuconhecimento

é limitado,

mas depois conhecerei

como sou conhecido."

 

Agora, portanto,

permanecem estas três coisas:

a fé, a esperança e o amor.

A maior delas, porém, é o amor."

 

 

Excerto do filme Azul

[Primeira Epístola aos Coríntios]

 

 

 

* * *

 
AZUL. LIBERDADE 2

 

 

* * *

 


 

* * *

 

 

 

 

publicado por Cleópatra M.P. às 00:00
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