Quarta-feira, 14 de Novembro de 2012

 

 

 

* * *

 

EU IMPORTO-ME

 

 

* * *

 

 

“Primeiro levaram os negros
Mas não me importei com isso
Eu não era negro
Em seguida levaram alguns operários
Mas não me importei com isso
Eu também não era operário
Depois prenderam os miseráveis
Mas não me importei com isso
Porque eu não sou miserável
Depois agarraram uns desempregados
Mas como tenho meu emprego
Também não me importei
Agora estão me levando
Mas já é tarde.
Como eu não me importei com ninguém
Ninguém se importa comigo.”

Bertold Brecht*
 
* Apesar dste poema ser atribuído a Bertold Brecht, 
tenho dúvidas se na realidade não será 
da autoria de Martin Niemoller.



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Sábado, 10 de Novembro de 2012

 

 

 

* * *

 

YOU DIDN'T HEAR ME THEN...

 

* * *

 

"First you break it up, but I knew you'd come running
You'd wanna make it up, I can't hear you no more

Now you know what it's like, and I can watch you begging
Like I was begging to you, like I did before

I can't hear you no more, I can't hear you no more, I won't come running again
I can't hear you no more, no it ain't like before, I'm learning to live again

Ain't I the one who called, when you stood so near me
You didn't hear me then, I can't hear you no more

Now you know what it's like, and I can watch you begging
Like I was begging to you, like I did before

I can't hear you no more, I can't hear you no more, I won't come running again
I can't hear you no more, no it ain't like before
I'm learning to live, learning to live, learning to live again

For too long you played a part, now it's lost the mystery
But no more can I hold on, I'm breaking the chains that tie me, yeah

I can't hear you no more, no it ain't like before
See me walk out the door, I can't hear you no more

I can't hear you no more, I can't hear you no more
I won't come running, I won't come running, I won't come running again

I can't hear you no more, no it ain't like before
See me walk out the door, I can't hear you no more

When you stood so near me, you couldn't even hear me - that's all I should say."

 

 

 

Gerry Goffin/Carole King, I Can't Hear You No More, 1964

 

 

 

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Russ Ballard,  I Can't Hear You No More

 

 

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Quarta-feira, 4 de Abril de 2012

 

 

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EARLY MORNING, APRIL 4_1

 

* * *

 

 

One man come in the name of love
One man come and go
One come he to
justify
One man to overthrow

In the name of love
What more in
the name of love
In the name of love
What more in the name of love


One man caught on a barbed wire fence
One man he resist
One man
washed on an empty beach.
One man betrayed with a kiss

In the name
of love
What more in the name of love
In the name of love
What more
in the name of love

(nobody like you...)

Early morning, April 4

Shot rings out in the Memphis sky
Free at last, they took your life

They could not take your pride

In the name of love
What more in
the name of love
In the name of love
What more in the name of love

In the name of love
What more in the name of love...

 

 

U2, Pride

 

 

* * *

EARLY MORNING, APRIL 4_2

 

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Sábado, 21 de Janeiro de 2012

 

 

... Acredita em Ti!

 

 

Faz uso das tuas asas e Voa!

 

 

 

 

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Supera-te!

 

 

 

Vai. Faz. Arrisca. VIVE!

 

 

Supera-te.

 

 

 

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Quinta-feira, 5 de Janeiro de 2012

 

* * *

 

* * *

 

 

"Eu venho desde ontem,
do escuro passado e esquecido
com as mãos amarradas pelo tempo,
e a boca selada das épocas remotas.

Venho carregada das dores antigas,
Guardadas por séculos,
arrastando correntes longas e indestrutíveis…

Eu venho da obscuridade,
do poço do esquecimento,
com o silêncio nas costas,
do medo ancestral que tem corroído a minha alma
desde o princípio dos tempos…

Venho de ser escrava por milénios,
escrava de maneiras diferentes:
submetida ao desejo de meu raptor na Pérsia,
escravizada na Grécia pelo poder romano,
convertida em vestal nas terras do Egipto,
oferecida aos deuses em ritos milenares,
vendida no deserto
ou avaliada como uma mercadoria…

Eu venho de ser apedrejada por adúltera nas ruas de Jerusalém,
por uma multidão dos hipócritas,
pecadores de todas as espécies,
que clamavam aos céus pela minha punição…

Tenho sido mutilada em muitos povos
para privar o meu corpo dos prazeres
e convertida em animal de carga
trabalhadora e parideira da espécie…

Têm-me violado sem limites,
em todos os cantos do planeta,
sem levarem em consideração a minha idade madura
ou juventude , minha cor ou estatura…


Tive que servir ontem aos senhores,
submeter-me aos seus desejos,
entregar-me,doar-me, destruir-me
para esquecer-se de ser uma entre milhares.

Fui cortesã de um senhor em Castilha,
Esposa de um marquês
E concubina de um comerciante grego,
Prostituta em Bombaim e nas Filipinas
E esse tratamento foi sempre igual….


De um e de outros sempre fui escrava,
De um e de outros sempre fui dependente,
menor de idade em todos os assuntos,
Invisível na História mais antiga
e esquecida na História mais recente
Não tive a luz do alfabeto…

Durante muitos séculos,
reguei com as minhas lágrimas a terra
que devia cultivar desde a infância….

Tenho percorrido o mundo em milhares das vidas
que me têm sido entregues uma a uma
e tenho conhecido todos os homens do planeta:
Os grandes, os pequenos, os bravos e cobardes,
Os vis os honestos, os bons e os terríveis
Mas quase todos levam a marca do tempo…

Uns manejam vidas como patrões e senhores,
Asfixiam, aprisionam e aniquilam
Outros subjugam almas,
comercializam com ideias
assustam ou seduzem
manipulam ou oprimem…

Conheço-os a todos.
Estive perto de uns e de outros
Servindo cada dia,
Recolhendo migalhas,
Humilhando-me a cada passo,
cumprindo o meu karma…

Tenho percorrido todos os caminhos
arranhando paredes, ensaiando silêncios
tratando de cumprir as ordens de ser
como eles querem,
mas não tenho conseguido…

Jamais foi permitido que eu escolhesse
O rumo da minha vida.
Tenho caminhado sempre em disjunção
entre o ser santa ou prostitua…

Tenho conhecido o ódio e os inquisidores
que em nome da santa madre igreja
condenam o meu corpo ao seu serviço
às infames chamas da fogueira.

Têm-me chamado de múltiplas maneiras:
Bruxa, louca, adivinha, pervertida, aliada de Satã,
escrava da carne, sedutora ninfomaníaca
culpada de todos os males da Terra…

Mas segui vivendo,
arando, colhendo, costurando, construindo,
cozinhando, tecendo, curando, protegendo,
parindo, criando, amamentando, cuidando
e, sobretudo, amando…

Tenho povoado a Terra de senhores e escravos,
de ricos e mendigos, de génios e idiotas,
mas todos tiveram o calor do meu ventre,
meu sangue e seu alimento
e levaram com eles um pouco da minha vida…

Consegui sobreviver à conquista brutal e sem piedade
de Castilha nas terras da América.
Mas perdi meus deuses e a minha terra
e meu ventre pariu gente mestiça
depois que o meu patrão me tomou à força…

E neste continente mestiço prossegui a minha existência
carregada de dores quotidiana negra e escrava .
No meio da fazenda me vi obrigada
A receber o patrão quantas vezes ele quisesse
Sem poder expressar nenhuma queixa…

Depois fui costureira,
camponesa , servente , agricultora
Mãe de muitos filhos miseráveis,
vendedora ambulante, curandeira,
babá,cuidadora de velhos,
artesã de mãos prodigiosas, tecelã bordadeira,
operária, professora, secretária, enfermeira….

Sempre servindo a todos
convertida em abelha ou semeadeira,
cazendo as tarefas mais ingratas,
moldada como uma jarra por mãos alheias…
Vieram milhões de mulheres juntas escutar a minhas queixas.
Falou-se de dores milenares,
dos enormes grilhões que os séculos
nos fizeram carregar nas costas
e formamos com todos os nossos lamentos
um caudaloso rio
que começou a percorrer o Universo,
afogando a injustiça e os esquecimento…

O mundo ficou paralisado,
os homens e mulheres não caminharam.
Pararam as máquinas, os tornos,
os grandes edifícios e as fábricas,
ministérios e hotéis, oficinas, hospitais,
e lojas e lares e cozinhas…

Nós mulheres finalmente descobrimos:
Somos tão poderosas quanto eles
E somos muito mais numerosas sobre a Terra!
Mais que o silêncio, mais que o sofrimento,
Mais que a infância e mais que a miséria!

Que este cântico ressoe
nas longínquas terras da Indochina
nas cálidas areias de África,
no Alasca e na América Latina

Proclamando a igualdade entre os géneros
Para construir um mundo solidário
-diferente, horizontal, sem poderes -
a conjugar a ternura, a paz e a vida
a beber da ciência sem distinção.

A derrotar o ódio e os preconceitos,
O poder de uns poucos, as mesquinhas fronteiras ,
a amassar com as mãos de ambos os sexos,
o pão da existência…"




Jenny del Pilar Londoño López, Reencarnações

 

 

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Terça-feira, 6 de Setembro de 2011

 

 

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Morreu ontem aos 66 anos, Vann Nath, artista plástico, um dos sete (sim, apenas SETE!) sobreviventes da prisão S-21 do regime Khmer Vermelho no Camboja.

 

“Só sobrevivi porque o Duch se sentia bem quando passava pelo meu atelier. O meu sofrimento não pode ser apagado, as memórias continuam a perseguir-me”

 

Vann Nath utilizou a sua arte, os seus quadros, para mostrar ao Mundo as torturas e as condições desumanas que se viveram no Camboja entre 1975 e 1979.

 

 

 

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Sexta-feira, 5 de Agosto de 2011

 

 

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Sonho a cores, mas vivo a preto e branco.

 

Vivo a preto e branco, mas sonho a cores.

 

 

Cleo

 

 

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Sexta-feira, 6 de Maio de 2011

 

 

Um belo tema.

 

Com muito significado.

 

Por uma nobre causa.

 

 

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PELOS REFUGIADOS

 

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Sivert Høyem "Prisoner of the Road" - Norwegian Refugee Council


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 Um Refugiado é um Ser Humano como eu... e como tu.

 

 

 

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Quarta-feira, 20 de Abril de 2011

 

 

Gostas do que a Vida te mostra?

 

Tens a Vida que esperavas?

 

 

 

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Diana Ross - Do You Know Where You're Going To

 

 

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Do you know where you're going to?
Do you like the things that life is showing you?
Where are you going to? do you know?
Do you get what you're hoping for?
When you look behind you there's no open door
What are you hoping for?
Do you know?

Once we were standing still in time
Chasing the fantasies that filled our minds
You knew i loved you, but my spirit was free
Laughing at the question that you once ask me

Do you know where you're going to?
Do you like the things that life is showing you?
Where are you going to? do you know?

Now, looking back in all we pass
We've let so many dreams just slip through our hands
Why must we wait so long before we see
How sad the answers to those questions can be?

Do you know where you're going to?
Do you like the things that life is showing you?
Where are you going to? do you know?
Do you get what you're hoping for?
When you look behind you there's no open door
What are you hoping for? do you know?

 

 

Gerry Goffin & Michael Masser, Do You Know Where You're Going To

 

 

publicado por Cleópatra M.P. às 22:48
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Domingo, 6 de Fevereiro de 2011

 

 
I am my voice that I haven't known,
I am the truth inside the chaos,
I am the rights of the people suffering in tyranny,
I am freedom fighters that aren't afraid,
I am the secrets that didn't die,
I am free, my words are free!
Don't forget the price of the bread!
I am the secrets of the Red Rose, whose redness people adore but bury its scent.
The Rose rises with a coat of fire and calls freedom fighters!

 

 

 

Amel MATHLOUTHI - Tunisian girl sings a song during demonstraitons

 

 

 

publicado por Cleópatra M.P. às 17:06
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Segunda-feira, 13 de Dezembro de 2010

 

 

Minha querida Amiga.

 

Fizeste hoje a tua Viagem,
 
e és agora como um rio que morrerá na foz,
 
mas que renascerá no Oceano.
 

 

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* * *

 

Sinto-me privilegiada por te ter conhecido e por ter partilhado contigo tantos e bons momentos.
 
Até sempre!
 
Cleópatra
 
 
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Sexta-feira, 10 de Dezembro de 2010

 

 

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NOBEL DA PAZ ATRIBUÍDO AO ACTIVISTA CHINÊS LIU XIAOBO

 

 

O MANIFESTO QUE VALEU A PRISÃO A XIAOBO

 

 

A 'CARTA 8' - CHARTER 08

 

 

                            * * *

 

 

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Sábado, 27 de Novembro de 2010

 

 

Muito, muito bom.

 

 

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Cazuza - O Tempo Não Pára

 

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publicado por Cleópatra M.P. às 21:25
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Quinta-feira, 4 de Novembro de 2010

 

 

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* * *

 

"O palhaço compra empresas de alta tecnologia em Puerto Rico por milhões, vende-as em Marrocos por uma caixa de robalos e fica com o troco. E diz que não fez nada. O palhaço compra acções não cotadas e num ano consegue que rendam 147,5 por cento. E acha bem.

 

O palhaço escuta as conversas dos outros e diz que está a ser escutado. O palhaço é um mentiroso. O palhaço quer sempre maiorias. Absolutas. O palhaço é absoluto. O palhaço é quem nos faz abster. Ou votar em branco. Ou escrever no boletim de voto que não gostamos de palhaços. O palhaço coloca notícias nos jornais. O palhaço torna-nos descrentes. Um palhaço é igual a outro palhaço. E a outro. E são iguais entre si. O palhaço mete medo. Porque está em todo o lado. E ataca sempre que pode. E ataca sempre que o mandam. Sempre às escondidas. Seja a dar pontapés nas costas de agricultores de milho transgénico seja a desviar as atenções para os ruídos de fundo. Seja a instaurar processos. Seja a arquivar processos. Porque o palhaço é só ruído de fundo. Pagam-lhe para ser isso com fundos públicos. E ele vende-se por isso. Por qualquer preço. O palhaço é cobarde. É um cobarde impiedoso. É sempre desalmado quando espuma ofensas ou quando tapa a cara e ataca agricultores. Depois diz que não fez nada. Ou pede desculpa. O palhaço não tem vergonha. O palhaço está em comissões que tiram conclusões. Depois diz que não concluiu. E esconde-se atrás dos outros vociferando insultos. O palhaço porta-se como um labrego no Parlamento, como um boçal nos conselhos de administração e é grosseiro nas entrevistas. O palhaço está nas escolas a ensinar palhaçadas. E nos tribunais. Também. O palhaço não tem género. Por isso, para ele, o género não conta. Tem o género que o mandam ter. Ou que lhe convém. Por isso pode casar com qualquer género. E fingir que tem género. Ou que não o tem. O palhaço faz mal orçamentos. E depois rectifica-os. E diz que não dá dinheiro para desvarios. E depois dá. Porque o mandaram dar. E o palhaço cumpre. E o palhaço nacionaliza bancos e fica com o dinheiro dos depositantes. Mas deixa depositantes na rua. Sem dinheiro. A fazerem figura de palhaços pobres. O palhaço rouba. Dinheiro público. E quando se vê que roubou, quer que se diga que não roubou. Quer que se finja que não se viu nada.

 

Depois diz que quem viu o insulta. Porque viu o que não devia ver.

 

O palhaço é ruído de fundo que há-de acabar como todo o mal. Mas antes ainda vai viabilizar orçamentos e centros comerciais em cima de reservas da natureza, ocupar bancos e construir comboios que ninguém quer. Vai destruir estádios que construiu e que afinal ninguém queria. E vai fazer muito barulho com as suas pandeiretas digitais saracoteando-se em palhaçadas por comissões parlamentares, comarcas, ordens, jornais, gabinetes e presidências, conselhos e igrejas, escolas e asilos, roubando e violando porque acha que o pode fazer. Porque acha que é regimental e normal agredir violar e roubar.

 

E com isto o palhaço tem vindo a crescer e a ocupar espaço e a perder cada vez mais vergonha. O palhaço é inimputável. Porque não lhe tem acontecido nada desde que conseguiu uma passagem administrativa ou aprendeu o inglês dos técnicos e se tornou político. Este é o país do palhaço. Nós é que estamos a mais. E continuaremos a mais enquanto o deixarmos cá estar. A escolha é simples.

 

Ou nós, ou o palhaço."

 

Mário Crespo, in JN, 14.12.2009

 

 

 

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Quinta-feira, 21 de Outubro de 2010

 

 

 

A tristeza é um muro entre dois jardins.

 

 Khalil Gibran

 

 

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* Chopin - Op 10 No 3 in E Major *
 
 
publicado por Cleópatra M.P. às 22:10
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Quinta-feira, 14 de Outubro de 2010

 

 

 

Histórica operação de resgate.

 

33 mineiros.

 

69 dias.

 

700 metros de profundidade.

 

Parabéns, Chile!

 

 

 

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* * * 

 

 

"Puro, Chile, es tu cielo azulado,

puras brisas te cruzan también,

y tu campo de flores bordado

es la copia feliz del eden

Majestuosa es la blanca montaña

que te dio por baluarte el Señor,

y ese mar que tranquilo te baña

te promete futuro esplendor."

 

 

Extracto do Hino do Chile

 

 

 

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E AQUI

 

 

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Terça-feira, 5 de Outubro de 2010
 

 

 

*

'You don't know, you should have known


the pain I feel inside'


 

 

* * *

 

 

CANSADA - FIND A WAY AND CLEAN MY SOUL

 

 

 

* * *

 

'So, I was dreaming of you


I was falling with you


and broke my heart'

 

*

 

 

* Rodrigo Leão - Deep Blue *

 

*

 

'God knows I cannot stand


It's time to say goodbye'


*

publicado por Cleópatra M.P. às 00:24
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Sexta-feira, 3 de Setembro de 2010

 

 

 

* * *

 

 

 

* * *

 

 

 Como corre a gazela
pela sombra dos bosques,
enlouquecida pelo próprio perfume,
assim corro eu, enlouquecido,
nesta noite do coração de maio
aquecida pela brisa do Sul.

Perdi o caminho
e erro ao acaso.
Quero o que não tenho,
e tenho o que não quero.

A imagem do meu próprio desejo
sai do meu coração
e, dançando diante de mim,
cintila uma e outra vez,
subitamente.

Quero agarrá-la, mas escapa-se.
E, já longe, chama-me outra vez
do atalho ...
Quero o que não tenho
e tenho o que não quero.

 

 

Rabindranath Tagore

Desejo Indomável in "O Coração da Primavera"

 

 

 

 

* Vangelis - Memories of Blue *

 

publicado por Cleópatra M.P. às 09:05
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Sexta-feira, 27 de Agosto de 2010

 

 

Obrigada, Amiga S.Light!

 

 

* * *

 

 

 

* * *

 

'Mira que te mira Dios

Mira que te está mirando

Mira que te has de morir

Mira que no sabes cuándo'

 

 

Ignacio del Valle in O Tempo Dos Imperadores Estranhos

 


 

 
* Samuel Barber - Adagio for Strings *

 


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Domingo, 1 de Agosto de 2010

 

 

"

The time is now, the place is here.

 

Stay in the present.

 

You can do nothing to change the past, and the future will never

 

come exactly as you plan or hope for.

 

"

 

Dan Millman

 

 

 

* * *

 

 

* * *

 

"

If you don't get what you want, you suffer;

 

if you get what you don't want, you suffer;

 

even when you get exactly what you want, you still suffer because you can't hold on to it forever.

 

Your mind is your predicament.

 

It wants to be free of change. Free of pain, free of the obligations of life and death.

 

But change is a law, and no amount of pretending will alter that reality.

 

"

 

Dan Millman

 


publicado por Cleópatra M.P. às 18:46
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