Sexta-feira, 20 de Dezembro de 2013

 

 

* * *

.
CAPITÃO DE MINHA ALMA

 

 

* * *

 

 

Do fundo da noite que me cobre,

 

Preta como o Breu de lado a lado

 

Agradeço a todos deuses pelo nobre

 

Inconquistável espírito a mim dado.

 

 

 

No acaso todo das circunstâncias

 

Não me deixei cair nem gritar

 

Apesar de um estouro de ânsias

 

Minha cabeça sangra sem curvar

 

 

 

Além desse lugar de tristezas e insanos

 

Nada se vê, só o Horror desde cedo

 

E ainda assim a ameaça dos anos

 

encontra-me e encontrar-me-á sem medo

 

 

 

Não importa quantas vezes desatino

 

nem quantas vezes a vida me espalma

 

Sou o mestre e senhor do meu destino:

 

Sou o capitão de minha alma.

 

 

 

William Ernest Henley, INVICTUS (1875)

 

 

 

* * *

 

 

Out of the night that covers me,

Black as the pit from pole to pole,

I thank whatever gods may be

For my unconquerable soul.



In the fell clutch of circumstance

I have not winced nor cried aloud.

Under the bludgeonings of chance

My head is bloody, but unbow’d.



Beyond this place of wrath and tears

Looms but the Horror of the shade,

And yet the menace of the years

Finds and shall find me unafraid.



It matters not how strait the gate,

How charged with punishments the scroll,

I am the master of my fate:

I am the captain of my soul.

 

 

William Ernest Henley, INVICTUS (1875)

 
 

 

 

 
 

 

publicado por Cleópatra M.P. às 00:00
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